quinta-feira, 16 de julho de 2015

O Papel do psicólogo no processo de separação e divórcio


Você se encontra em um processo de separação e divórcio? Se sim, que tal refletir sobre a possibilidade de um profissional da saúde mental te ajudar a mediar os conflitos emocionais que existe neste momento doloroso para você e para os filhos!

            Conhece a mediação realizada pelo psicólogo?

A mediação do divórcio foi oferecido primeiramente pelos profissionais da área da saúde mental como psicólogos, psiquiatras e terapeutas. Apesar da mediação inicialmente não ser instituída pelos os advogados, ela é mais conhecida no contexto de tribunais e principalmente no papel deste profissional.  Neste texto, irei especificar o papel do psicólogo que atua no processo de mediação e que não necessariamente acontece dentro dos tribunais. O psicólogo pode atuar em trabalho especifico com o casal ou a família ou na psicoterapia.

De acordo com a autora Serpa (1999), a mediação não é tratamento, não conta com nenhum tipo de diagnóstico. A mediação de divórcio e separação precisa ser compreendida como um processo, com objetivos definidos, que comportam serviços indicados para ajudar cônjuges, em fase de separação e divórcio. No entanto, a mediação acontece com o casal que obtiverem o conflito entre duas partes e que, sobretudo tenham crianças envolvidas. No entanto, basearei os objetivos especificamente ao psicólogo. Primeiramente buscar uma melhor comunicação entre o casal e segundo mostrar possibilidades de acordos e alternativas para resoluções do conflito estabelecido.

          Durante o processo de mediação o casal e a criança ou as crianças passam por uma avalanche de sentimentos que podem influenciar e determinar o poder de negociação, tanto no aspecto de aceleração do processo para aliviar a ansiedade quanto à necessidade de livrar das pressões psicológicas. Em busca de amenizar estes sentimentos o ideal é que o casal procure um psicólogo para mediar à comunicação dos casais com os seus filhos.

            Portanto, o psicólogo não está apenas no processo de divorcio litigioso que no meu pensar traz muitos conflitos emocionais para os casais e para as crianças. O psicólogo pode ser considerado um mediador e também um psicoterapeuta, levando em conta cada caso.





Um comentário:

  1. O processo de ALIENAÇÃO PARENTAL quando mal conduzido pelos profissionais envolvidos em todas as áreas, assistentes técnicos, psicólogos, juízes, advogados, promotores, desembargadores, delegacias, educadores e conselho tutelar, faz com que se esgotem todos os recursos de quem está sendo alienado devido o despreparo, descaso, demora e impunidade, pois abala toda a estrutura, física, pessoal, profissional e financeira. Enquanto estes profissionais com seus conhecimentos e diplomas não conseguirem entender o significado de empatia, alteridade e altruísmo, de se colocarem no lugar do outro enquanto indivíduo, de conseguirem sentir a dor ou o sofrimento do outro, nunca vão conseguir despertar a vontade de ajudar e de agir seguindo os princípios morais.
    Precisamos de mudança com uma reforma moral urgente com profissionais atualizados, qualificados e principalmente com vontade para a aplicação das leis e também para estas mudanças que estão ocorrendo com as novas leis.
    Infelizmente só quem está enfrentando a ALIENAÇÃO PARENTAL sabe o que é ficar afastado por meses e até anos, do filho, do neto, do sobrinho.
    Jamais deveremos ficar acuados, com medo e vergonha.
    Devemos é abrir os olhos da justiça para que quando houver uma denúncia de estupro, a pessoa tenha ciência de quais serão as penalidades para uma falsa acusação de abuso sexual e agravar ainda mais se houver criança com o registro de estupro de vulnerável.
    É inadmissível uma lei importantíssima como a maria da penha criada para proteger a mulher, permita que se faça um mau uso dela.
    Com a medida protetiva distanciando ainda mais o contato com a criança alienada que já está abalado, os laços foram cortados, sobrarão as feridas abertas que talvez algumas jamais cicatrizem, como é possível observarmos através dos depoimentos dos pais, mães, avós e principalmente das crianças alienadas que agora já se tornaram adultas e carregam esse remorso e foram as maiores vítimas, mas agora devido o despreparo, a demora e a impunidade o tempo já não as permitirão mais reparar os danos causados que carregarão consigo.
    Curtam e compartilhem: Amor de um pai muda o mundo
    https://www.facebook.com/Amor-de-um-Pai-muda-o-mundo-unidos-contra-a-aliena%C3%A7%C3%A3o-parental-906554906047770/
    "unidos contra a alienação parental, contra a falsa acusação de abuso sexual, contra a imputação de falsas memórias na criança”.
    Somos vários em uma luta que parece não ter fim...
    Desistir já não sei mais....
    Boa sorte a todos.
    Fiquem com Deus.

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