terça-feira, 13 de outubro de 2015

Da série: Família e seus laços – O Pai.

Começamos a partir  de hoje uma série sobre relacionamento entre pais, filhos - Família, contemplando suas peculiaridades.

Socialmente falando, temos várias concepções de pai: o presente, o ausente, o carinhoso, o dedicado, o agressivo e por aí vai.  Já a mãe, tem o papel definido, gesta, dá à luz e amamenta, ou seja, não tem opções de variações definidas na relação com a criança, talvez mais tarde, mas não é regra, mãe é mãe.

Esses fatores contribuem fundamentalmente para que os laços sejam naturalmente mais fortes, no entanto, para a criança, é necessário primeiramente reconhecer-se nos pais e ser reconhecida por eles, para a construção de sua identidade.

Mas afinal, qual é o papel do Pai?

A função do pai é histórica, sociológica e antropológica de “O provedor”. Só isso? Trazer alimentação, impor limite e segurança?

Pensando neste viés, é preciso salientar que o papel do pai é mais importante do que o espaço já determinado na sociedade e é mais do que comprovado, que o reflexo no futuro de uma criança que teve um pai presente em momentos especiais, simples ou casuais é determinante para a formação de sua identidade e este contato pai/filho ou pai/filha é preciso ser fortalecido desde a concepção.

Diferentemente do que socialmente acredita, a rejeição paterna traz magoas e marcas profundas, traz dores físicas e emocionais para uma criança; a dor emocional pode ser revivida por anos, levando à insegurança, hostilidade e tendência a agressividade na vida adulta.

Sabemos da importância da figura masculina na formação da personalidade e identidade da criança desde a infância até sua vida adulta.

       Crianças que não conheceram limites advindos do pai, irão procura-los em tudo, e quando adultos, frequentemente os encontrarão em situações conflituosas e perigosas (álcool, drogas e prostituição).



Nenhum comentário:

Postar um comentário