Na
família todos são transformadores e participantes de uma maneira particular da
vida e da história da criança e do adolescente.
Deste modo, pais avaliem o seu comportamento e depois considerem a consequência
no seu filho ou sua filha.
Para
atingir o fenômeno desobediência é preciso entender que o fator desobedecer
significa contrariar a autoridade paterna, neste caso os pais, rebelar-se
contra o comando imposto pelo meio, ao passo que o domínio é uma influência
qualquer aceita no meio que exige respeito e confiança.
Sendo
assim, a desobediência se manifesta através de três características
importantes, são elas:
a) Passividade: a criança ouve, fica quieta e faz o que quer;
b) Enfrenta e vencer a autoridade pela negativa:
“Não quero”, “Não posso.
c) Negativismo, ou seja, agir pelo não. Realiza os atos que se lhe disser para não realizar.
c) Negativismo, ou seja, agir pelo não. Realiza os atos que se lhe disser para não realizar.
Observando
nos atendimentos e nas orientações aos pais, como é difícil para os
progenitores aceitarem que a desobediência do filho tem haver com a sua conduta,
aceitar que não consegue dizer não aos seus filhos e que o desempenho deles é
reflexo do desempenho dos pais. Esses comportamentos de aceitação da
desobediência dos filhos podem ser devido uma rejeição vivida, uma insegurança,
um sentimento de culpa, entre outros.
Analisando
a família, é possível verificar que o filho não é isolado do pai e da mãe, e
sim interconectado, visto que o primeiro contato social da criança se inicia com a família. É comum
que quando a criança desobedece aos pais, os mesmo tendem a ter a reação
positiva como, por exemplo, corrigir brincando ou nem corrigir e permanecer
sorrindo. Este ato passa ser uma forma de reforça o comportamento da criança e
do adolescente.
A consequência do comportamento do filho pode ser causa da conduta dos pais?


Nenhum comentário:
Postar um comentário